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BIENAL

APRESENTAÇÃO

What’s Beyond That Border? afirma-se, na sua primeira edição, como um gesto inaugural de abertura, uma pergunta lançada ao território, às pessoas e ao nosso tempo. 

O que existe para lá da fronteira?

Integrado no projeto CLDS 5G Viseu Plural: Itinerários Inclusivos, este festival performativo nasce com a ambição de criar um espaço onde arte, comunidade e pensamento crítico se encontram, cruzando experiências, identidades e formas diversas de imaginar o mundo. 

A curadoria é de Romulus Neagu.

Ao longo de dez dias de programação, Viseu transforma-se num território vivo de encontro e experimentação, onde se misturam culturas, pensamentos, artes e diálogos. 

A Arte vai ao encontro das escolas, instituições e comunidade para dar corpo a um conjunto de iniciativas que atravessam performances, intervenções no espaço público, residências artísticas e momentos de reflexão, construindo pontes entre diferentes formas de ver, sentir e habitar o presente.

Partindo da pergunta “o que existe para lá da fronteira?”, o festival convida à exploração das fronteiras – visíveis e invisíveis – que moldam a experiência contemporânea, abrindo espaço a múltiplas narrativas sobre pertença, identidade, migração, memória e futuros possíveis. 

Aqui, a diversidade não é apenas tema, mas prática viva. 

Não é mais um festival. What’s Beyond That Border? assume-se como um espaço de encontro, escuta e criação coletiva, um dispositivo cultural e comunitário que reforça a coesão social, valoriza a diversidade e projeta futuros mais inclusivos e plurais. 

Romulus Neagu

Bailarino e coreógrafo, completou os seus estudos de dança em Bucareste, Roménia. Colaborou com a Ópera Nacional de Bucareste, Companhia Paulo Ribeiro, Companhia Nacional de Bailado, Teatro Nacional São João ou Teatro Viriato entre outras, mas também com vários artistas e estruturas artísticas independentes. É coordenador artístico do INTRUSO ac, partilhando a sua experiência performativa através de ações de formação, criação multidisciplinar e intervenção sociocomunitária. 

CLDS | Contratos Locais de Desenvolvimento Social

O programa CLDS 5G Viseu Plural: Itinerários Inclusivos1 pretende reforçar as políticas de inclusão social e combate à pobreza no concelho de Viseu, encarando o território como uma dimensão essencial para a sua concretização, concentrando as intervenções nos grupos populacionais que evidenciam fragilidades mais significativas e promovendo a mudança tendo em conta os fatores de vulnerabilidade. 

Este programa visa também prevenir e combater a exclusão social, particularmente a infantil, quebrando ciclos intergeracionais de pobreza e de exclusão social e garantindo a coesão social e territorial. 

Obras Sociais de Viseu

Instituição Particular de Solidariedade Social cuja missão diária visa contribuir para a longevidade feliz das pessoas, ao longo do seu percurso de vida, promovendo, na comunidade em que nos inserirmos, a saúde, a segurança, a participação e a aprendizagem, potenciando a autonomia, a não discriminação e a inclusão. É incubadora de respostas sociais como: o Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social, o Centro de Apoio a Pessoas com Alzheimer e outras Demências, a medida Acolhimento Familiar e ainda da valência Creche e Ensino Pré-Escolar. Durante os últimos anos tem sido a Instituição responsável pela dinamização dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social. 

PROJETO & EIXOS

Ao longo de dez dias de programação, Viseu transforma-se num território vivo de encontro e experimentação, onde se misturam culturas, pensamentos, artes e diálogos. 

A bienal organiza-se em quatro eixos programáticos, que estruturam a sua ação e refletem a diversidade de abordagens propostas. Entre criação artística, intervenção no espaço público, participação comunitária e pensamento crítico, estes eixos cruzam diferentes linguagens, públicos e contextos, dando forma a uma programação que promove o encontro, a experimentação e o diálogo.

EIXO 1 | Performances e Espetáculos

As performances e espetáculos constituem o coração pulsante do festival, onde diferentes linguagens artísticas se cruzam para dar forma às questões que nos atravessam enquanto comunidade global.  

É proposto um conjunto de obras que exploram temas como a identidade, as migrações, a diversidade cultural e a pertença.

O palco é múltiplo (físico, simbólico e emocional). 

Cada espetáculo torna-se um espaço de partilha e ligação.

EIXO 2 | Intervenções e Ações em Espaço Público

O espaço público transforma-se em lugar de criação, encontro e surpresa. A arte sai dos espaços convencionais, aproximando-se das pessoas e do quotidiano da cidade, através de intervenções que surgem em contextos inesperados.

Aqui, a cidade torna-se o palco e a arte um gesto de proximidade.

EIXO 3 | Residências e Laboratórios

Um espaço de experimentação, aprendizagem e cocriação, dirigido ao público geral, famílias e comunidade escolar. 

As residências e laboratórios convidam à participação ativa, valorizando os saberes e experiências das comunidades migrantes que vivem no território.

Momentos que são espaços de escuta e de descoberta, onde o conhecimento circula em múltiplas direções.

EIXO 4 | Diálogos, Rodas e Pensamentos do Futuro

Afirma o festival como lugar de reflexão crítica e construção coletiva de pensamento. 

Através de colóquios, encontros e ações em contexto educativo, promove-se o debate em torno das grandes questões que atravessam o tema do festival: interculturalidade, diversidade e futuros possíveis.

Os colóquios reúnem representantes de diferentes áreas, criando um espaço plural de escuta e partilha de perspetivas. Em paralelo, as jornadas nas escolas aproximam estes temas dos públicos mais jovens, através de atividades pedagógicas adaptadas.

Aqui, o pensamento é ação e o futuro constrói-se em conjunto.

PROGRAMA

Em breve.